quarta-feira, 18 de março de 2009

Govinda

Um dos mais badalados restaurantes de comida indiana, o Govinda era alvo certo desde que soubemos de sua participação no Restaurant Week.
Uma oportunidade de experimentar comida típica da terra de Gandhi, depois da frustada incursão de Márcia e Cris ao "Indiano". ^_^
Com a companhia dos amigos Ana Paula e Gustavo chegamos, para o almoço de sábado, às portas do belíssimo restaurante.
Mais uma vez, chegar cedo ao local, mostrou ser uma escolha certa.
Havia feito reserva mas, sequer foi necessário lembrar o garçom da mesma. Visto que o restaurante estava vazio ainda.
A decoração típica se faz presente desde a entrada e um aconchego incomum deixa o ambiente bastante confortável.
Um sonzinho ambiente tornava a coisa toda muito tranquila.
A entrada veio e já ficamos alegres. O tal pão nan é maravilhoso! Quente e tenro, faz um conjunto genial com os molhos oferecidos, que possuem variações para lá de exóticas, como o côco com hortelã ou tamarindo com gengibre.
Ficamos à vontade para escolher os pratos.
Gustavo ficou com o Meat Koorma (Cubos de carne bovina cozidos ao creme de curry e decorados com nozes), Eliana com o Bhuna Chicken(coxa e sobrecoxa de frango ao molho curry, pimentão, tomate e cebola), enquanto Ana e Paula e eu preferimos o Murgh Makani (Cubos de filé de frango marinados no iogurte com especiarias indianas e depois cozidos em molho de tomate fresco, manteiga e acabados com nata fresca )
Todos os pratos tinham arroz pilao (uma espécie de risoto com legumes, nozes e passas) como acompanhamento.
Tudo muito gostoso, macio e longe de ser aquele tempero "quente", que pode deixar algumas pessoas em dúvida, na hora de vir ao restaurante.
Como sobremesa, nos deliciamos com o RASMALAI(bolinhos de queijo indiano cozidos e embebidos em calda de leite adocicada e pistache).
Satisfeitos, ainda fuçamos o bazar de produtos indianos localizado na entrada do restaurante. E é lógico que as meninas acharam algo bonitinho pra levar. ^_^
O ponto negativo ficou por conta do valet service, que é atencioso, mas muito confuso, devido à "comunhão" com outros restaurantes.







Govinda
Rua Princesa Isabel, 379 - Brooklin - São Paulo - SP
F (11) 5092-4816
http://www.govindarestaurante.com.br/
Valet service na porta

Grazie a Dio!


Confesso que fiquei com medo quando adentramos para jantar no Grazie a Dio!.
O local é uma balada de samba-rock, daquelas com show e bar, com o restaurante ao fundo.
Experiências anteriores mostravam que comida de balada não é exatamente uma maravilha.
Mas, fomos surpreendidos positivamente.
Claro que o fato de chegarmos cedo, e estarmos sozinhos no salão, ajudou.
O garçom, bastante atencioso, nos explicou o menu do Restaurant Week.
Cada um ficou com um prato. Optei pelo filé recheado com aspargo e mussarela, acompanhado de risoto de hortelã, enquanto Eliana ficou com o paupiete de linguado e sformato de abobrinha.
A entrada, uma salada caprese básica, veio fresquinha e bem servida. Ficamos animados e o medo da comida de balada já desaparecera.
Logo, os pratos principais chegaram e não decepcionaram. No ponto certo e com excelente tempero, as iguarias nos satisfizeram plenamente.
Mas, o melhor estava por vir.
A esta altura, uma simpática garçonete tinha vindo à mesa para verificar se estávamos satisfeitos.
Ela ficou contente com nosso "siiiiim!".
Quando trouxe a sobremesa, ela disse algo como: "Espero que também gostem."
Como se ela não soubesse...
O arremate da noite ficou por conta de uma maravilhosa banana caramelada com sorbet de limão. Ao contrário da maioria dos lugares, que faz a cozida com quilos de açúcar, o Grazie a Dio! Optou pela fruta assada, coberta com caramelo de açúcar queimado. O sorbet de limão,teve o realce da polpa de maracujá, fazendo um excelente contraponto com a banana. Uma tacada certíssima!
Saímos felizes e satisfeitíssimos.
Tiramos dois medos de uma só vez: a da balada com comida e a de que os pratos oferecidos num esquema como o Restaurant Week pudesem ser "insuficientes".



Grazie a Dio!
Rua Girassol, 67 - Vila Madalena - São Paulo - SP
F (11) 3031-6568 / 3813-9196
http://www.grazieadio.com.br/
Estacionamento ao lado, sem convênio

BURP!

Bom, o Restaurant Week já acabou. Foram duas semanas de puro desbunde gastronômico.
A equipe do S6 não fez por menos, conferiu de perto algumas das mais de 120 opções oferecidas pelo evento.
E, pra adiantar, o que podemos dizer é que: Valeu demais! ^_^

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Especial Campos do Jordão - parte 0


O Marcelo contou muito bem o que aconteceu durante a estadia sua e da Eliana em Campos. Porém pelo que vocês podem ter percebido eu e a Cris já estavamos lá antes. Pois é, não consegui dominar o meu pânico de direção e então fomos de ônibus um dia antes do Marcelo e da Eliana. O ônibus para Campos não sai de hora em hora, assim por conta de uma quase perda do meu celular acabamos pegando o nosso transporte às 12h e chegamos perto das 15h, ou seja, quando chegamos no Hotel estavamos completamente famintas!!! Deixamos a mala em nossos quartos e confesso que não vi muito bem as acomodações só pensava em ir para a cidade comer alguma coisa. Como o Capivari Plaza não fica muito longe do Centro, optamos por ir andando... Como não conheciamos o lugar, acabamos indo para o lado do teleférico e por lá não tinha um lugar para comer... estavamos ficando desesperadas. Assim quando vimos um local escrito: "Shopping", saimos correndo. "Afinal comida!!!" - disse a Cris. Ao entrar perguntamos em coro para uma balconista da loja:
- Onde fica a praça de alimentação?
- O que???!! - respondeu a balconista
- Um lugar para comer um lanche ou algo parecido - dissemos
- Não temos, o máximo é a loja de chocolate que serve bolos.
Saimos de lá decepcionadas... Depois notamos que os ditos Shoppings de Capivari não são como os de Sampa com uma praça de alimentação!!!
Bem, mas continuavamos com fome. Foi ai que naquela mesma rua encontramos o Pastelão do Maluf. A primeira vista a desconfiança será que é um bom pastel? Se você não for Malufista é claro que fica desconfiado. Mas com a fome apertando, lá fomos nós... e não é que o pastel é bom? Primeiro que ele é enorme (aproximadamente 30 cm) - veja foto ao lado!!! Claro que não nos esquecemos de perguntar a razão do nome e eles nos explicaram que o Maluf gosta muito de comer lá e que o local acabou virando um point dos Artistas. É realmente você vê muitas fotos de pessoas famosas na entrada. Existem vários tipos de pastéis (todos eles com nomes de artistas). O local é alegre e há cadeiras e mesas na frente do estabelecimento, complementa-se com uma televisão LCD passando vídeos de shows, no dia que fomos estava passando o show do Capital Inicial não precisa nem dizer que a Cris adorou!!!
Bom, estando alimentadas fomos finalmente conhecer o centro da cidade. Muito legal, estava toda enfeitada para o natal. Como sempre tiramos várias fotos e quando fomos perceber a noite já tinha chegado. Assim restava saber onde jantar! No hotel recebemos um planfeto que permitia ter descontos ou brindes em algum estabelecimento, como queriamos comer fondue vasculhamos um local que nos parecesse bom e barato!! Pelo custo e benefício achamos que o Restaurante e Café Safari seria uma boa opção. E não erramos foi realmente estupendo!!! Além do que o brinde era uma taça de vinho. Posso dizer a vocês que gostei tanto que recomendei aos meus amigos congressistas que também adoraram e eu fui mais 3 vezes no local para comer fondue. O preço é bom e as porções são generosas (fomos em um outro estabelecimento depois e nos arrependemos tanto pelo serviço quanto pelas porções), nós optamos pelo rodizio que compõe o fondue de chocolate, de carne e queijo. O atendimento lá foi excelente, apenas houve um momento em que o fogo estava meio alto e bem... pegou fogo nos palitos que estavam lá. Mas sem problemas o fogo foi controlado e não tivemos nenhum incêndio em Campos!
E assim satisfeitas voltamos ao hotel, ansiosas pela chegada de Marcelo e Eliana que prometeram nos acordar de madrugada....

Pastelão do Maluf
Av. Macedo Soares, 134
F 12 3663-3550
Capivari
sex a dom aberto 24h


Restaurante e Café Safári
Rua Djalma Forjaz, 139
F 12 3663 4936
Vila Capivari
http://www.safaricafe.com.br/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Especial Campos do Jordão - parte 4


- Borboletas? - perguntei.
- Sim, borboletaaaas! - responderam as meninas.
E lá fomos nós, atrás do paraíso das borboletas ou borboletário.
Após um café beeeem mais tranquilo ( o exército de velhinhas já tinha saído), tomamos rumo da sugestiva estrada do Horto Florestal.
Foi só seguir as placas.
15 minutos bastaram pra gente avistar a entrada das Flores que Voam.
Aguardamos um pouco e entramos para ver uma simpático vídeo sobre as bichinhas.
Depois, fomos encaminhados para a entrada do viveiro.
Para o desbunde das meninas, diversas espécies de borboletas voavam por aquele jardim.
Era foto pra todo lado.
Aliando pesquisa e diversão, o borboletário realiza um excelente trabalho ambiental, pois boa parte das borboletas ali criadas são soltas na natureza.
Saímos de lá, bem felizes.
O dia fora reservado aos programas ecológicos.
Nosso próximo alvo era o Horto Florestal, logo ali em frente.
3 minutos a atravessávamos os portões daquele mundaréu verde.
Fuçamos um pouco aqui e ali. Tentamos jogar a Márcia num riacho.
Decidimos pegar a Trilha da Cachoeira.
Uns 5 km ida e volta, pra conhecer a tal cachoeira.
No caminho, vistamos uma lanchonetezinha que entre outras coisas, oferecia um tentador bolo de pinhão.
Combinamos de parar lá na volta.
Foi um bom exercício, mas valeu à pena.
O visual da cachoeira é bacanudo. Tiramos muitas fotos e relaxamos.
E claro, tentamos jogar a Márcia na água. ^_^
No caminho de volta, São Pedro mandou sua bênção e fomos tolhidos por um temporal.
Eu ria descaradamente e falava pra Márcia: - Hahaha! Tá vendo? Se molhou, de qualquer jeito!
Bom, chegamos feito 4 pintos molhados naquela lanchonete e mandamos ver no bolo de pinhão e chocolate quente, enquanto tentávamos nos secar um pouco.
No fim das contas, compramos até umas toalhas, porque a coisa estava molhada.
Voltamos pro hotel.
Um bom banho e estávamos prontos pro nossa última refeição em Campos do Jordão.
O escolhido foi o Restaurante Safári, ali no centrinho mesmo.
Antes, uma passada obrigatória na Cervejaria Baden Baden, onde garantimos alguns exemplares das famosas bebidas.
Já no restaurante, uns pratinhos executivos básicos seriam nossa companhia para despedida.
O ambiente é bem legal. Decorado com motivos animais e madeira.Também servem porções, lanches, massas...As porções são bem servidas. Tanto que ajudamos a Cris a acabar com o crepe de shitake dela.
Satisfeitos, deixamos as meninas no hotel e pegamos a estrada. 2h e 30min depois, aportamos na cinzenta Sampa.
Ficamos exaustos, mas valeu cada segundo que passamos em Campos do Jordão.

Borboletário
Av. Pedro Paulo nº. 7997 - Casa 01
Km 10 do caminho do Horto Florestal
F 12 3663 6444
http://www.floresquevoam.com.br/

Horto Florestal
Av. Pedro Paulo s/n
F 12 3663 3762

Restaurante e Café Safári
Rua Djalma Forjaz, 139
F 12 3663 4936
Vila Capivari
http://www.safaricafe.com.br/

Tudo em campos do Jordão ^_^

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Especial Campos do Jordão - parte 3



A noite caiu e após um descanso rápido, saímos à cata do jantar.
Nosso alvo era a cantina Nonna Mimi, velha conhecida de outras visitas à Campos.
5 minutos bastaram para que nosso bólido atingisse os limites do local.
O estacionamento estava vazio, de forma que tive tranquilidade para manobrar e deixar o carro na posição para ir embora.
Juntei-me às meninas que já estavam sentadas, escolhendo seus pratos.
O esforçado e simpático garçom trouxe a entrada, focaccias, os clássicos pãezinhos recheados com linguiça e cobertos com mussarela. Deliciosos, por sinal.
Tranquilamente, pedimos as bebidas e os pratos.
Optei por algo básico: Tagliarini à bolonhesa.
O calor da Nonna Mimi é Uma boa pedida para as noites frias de Campos do Jordão.
O ambiente, bastante espaçoso e arejado, conjugava bem o clima de uma cantina e ar das montanhas.
Tudo muito legal e tal...mas claro, algo tinha que tornar a noite engraçada.^_^
Muitas pessoas começaram a chegar, carregadas de pacotes.
Sinal de festa e, consequentemente, barulho.
Um alivio efêmero tomou conta da mesa, quando vimos que os convidados entravam em uma sala anexa.
Lógico, Murphy estava de plantão. Um casal entrou carregando um som que mais parecia uma cantora de ópera gorda.
Logo, um estrondo ensurdecedor brotou daquela porta.
O bate-estaca permeava todo o restaurante.

Os pratos chegaram e apesar daquele zumbido, me fartei com aquela deliciosa massa, que nada ficava devendo às melhores cantinas do Bixiga.
Numa rápida conferida da mesa, dei de cara com Márcia, balançando a cabeça e se divertindo com aquele tuntz-tuntz, enquanto comia.
Depois de longos minutos, o som baixou e a tranquilidade estava de volta.
Quer dizer, teoricamente.
Porque agora, nós é que tínhamos desembestado a falar asneiras e rir alto.
Como bons momentos valem ouro, nem vimos o tempo passar.
O sono começou a bater e decidimos ir embora.
Não sem antes atacar umas sobremesas, claro. ^_^

Nonna Mimi
Rua Januário Miráglia, 2438
Jaguaribe - Campos do Jordão
F 12 3662 3522
www.nonnamimi.com.br

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Especial Campos do Jordão - parte 2


Acordamos num sábado particularmente gostoso.
Apesar do clima levemente chuvoso, sentia-me bastante animado.
Rumamos para o salão do café da manhã.
Uma batalha nos aguardava.
Uma excursão de velhinhas barulhentas havia aportado no hotel.
Sério, eu adoro velhinhas.
São simpáticas e doces.
Mas aquelas...aquelas não.
Deixei Eliana cuidando da mesa e fui buscar as meninas, que aparentemente, estavam numa suruba com Morfeu. Quando voltamos, descobrimos que nosso lugar original havia sido tomado por um "agradável" senhor.Após alguma dose de paciência e tentativas infrutiferas de ignorar aquela muvuca, sentamos de desfrutamos de um café da manhã razoável.
Satisfeitos(de comida), partimos para nossa primeira missão do dia: o famoso trenzinho para Santo Antonio do Pinhal.

Não demoramos 10 minutos para chegar à estação, no centro de Capivari.
Descobrimos que o passeio era razoavelmente disputado e só sairia lá pelas 14:00.Uma rápida mudança de planos e adquirimos passagens para um passeio mais curto, só pela cidade, que sairia às 10:00.
Ainda tivemos tempo para uma caneca de chocolate básica.
Assim que a bilheteira do passeio a Santo Antonio chegou, pulamos em cima dela conseguimos os quatro últimos lugares vagos.
Com nossa brincabeira vespertina garantida, embarcamos felizes para o trenzinho da manhã. Obviamente, não conseguimos realizar o passeio sem falar bobagens e cometer gafes.

O trecho é curto. Não demoramos uma hora para fazer ida e volta.
Foi um bom aquecimento para a viagem da tarde.
Desembarcamos e nos ocupamos com um pequeno passeio por Capivari.
Além de babar pelos chocolates e outras iguarias, fuçamos alguma coisa de malharia, prontamente descartadas devido à total falta de fé($$$)^_^.
Optamos por almoçar no Maná. Restaurante bacaninha.
Como ninguém estava a fim de passar mal no trem, todos pediram pratinhos executivos.
Ao som de um coverzinho (particularmente não gosto de "som" na hora de comer), demos uma bela relaxada. Tão bela que derrubei o vidro de azeite no meu copo de bebida e garanti a risada do almoço.
Chegamos à plataforma de trem faltando uns minutinhos para a partida.
Todos acomodados, a guia nos alertou: Provavelmente seríamos acometidos de um sono poderosamente convidativo, devido à lerdeza e ao sacolejar do trem.
Dito e feito, bastou que deixássemos os limites da cidade e os primeiros bocejos pipocaram pelo trem. O visual maravilhoso das montanhas tornava aquela "soneca" deliciosa.


Logo, paramos numa das antigas paradas de trem, onde fomos apresentados à família Tanaka. Um das mais antigas a se estabelecer na região, o clã era representado por uma sorridente senhora e duas mocinhas. Elas vendiam geléias caseiras, bolinhos e pinhão cozido. Com alguma dificuldade, cheguei à porta do trem e garanti um saquinho de pinhão, além de um pote de geléia de amora.
Reiniciamos a a viagem, cheio de casquinhas de pinhão nos dedos.
Quando chegamos à Sto Antonio do Pinhal, a guia nos sugeriu ir primeiro ao mirante e depois experimentar o famoso bolinho de bacalhau, que era vendido ali mesmo. O tempo colaborou conosco e tiramos belas fotos no mirante.
Como era época, as hortênsias enfeitavam toda região.
Certo, como bom gordinho, logo despachei as vistas de flores e fui em busca do bolinho de bacalhau.
Uma delicia! Diferente do tradicional, o bolinho da estação de trem tem aspecto discóide.Não sei do que era massa, batata ou mandioca. Estava quentinho e crocante. Aquilo foi suficiente para me deixar numa letargia quase hibernante. Mas ainda fiz um esforço e acompanhei as meninas até a "lojinha de mel", logo ali ao lado.
Pra variar, pegamos mais uns quitutes. Fiquei encantado com os sachezinhos de mel com sabor.
Satisfeitos e risonhos, embarcamos par a viagem de volta.

Tinha sido um dia muito gostoso e uma cama macia não faria mal àquela altura.
Voltamos ao hotel para um esticada de costas. Mas a noite prometia...

Restaurante Maná
Av. Macedo Soares, 262
Capivari - Campos do Jordão
F 12 3663 1744

Bondinho Urbano e Trem para Santo Antônio do Pinhal
Av. Emilio Ribas (junto à praça central de Capivari)
Capivari - Campos do Jordão
F 12 3663 1531/1560